Terceirão! (2007)

Entradas do Novembro 2007

Obrigado!

9 Novembro · Deixe um comentário

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Depois de alguns meses, o Terceirão M3 pode, finalmente, dizer adeus! Foram meses tentando ajudar a galera e passando um pouco de informação útil. Agradecemos por todos os quase 10 mil acessos que tivemos neste curto período de tempo e esperamos que vocês tenham amadurecido um pouco e entendido que nem sempre vai ter um blog que te dá as respostas. Agora que o ano acabou, não tem motivos para continuar. Tenham muita sorte!

Felipe B.

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O fim?

9 Novembro · Deixe um comentário

Matamos pelo menos duas questões do Digão na prova de hoje neste post e mais uma da prova de sociologia neste. Nada que se compare ao professor Ichiba, mas nós tentamos. Uma pena ter sido a última prova do ano, poderíamos ter arriscado mais vezes. Fica a dica para os ficaram de recuperação: olhem para as provas do bimestre, as questões podem se repetir.

Provavelmente este é o meu último post no blog. Foi uma experiência bem legal, gratificante até certo ponto. Um abraço a todos os visitantes assíduos, boa sorte no vestibular e na vida e até uma próxima.

Gustavo

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Coroné Antonio Bento

8 Novembro · Deixe um comentário

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Prováveis questões de biologia

8 Novembro · Deixe um comentário

>> Os platelmintos pertencem ao primeiro grupo de animais a possuir um sistema excretor. Este é bastante primitivo, formado por células-flama. A principal função dessas células é:
A) remover o excesso de água e os resíduos nitrogenados e lançá-los para o intestino.
B) remover o excesso de água e os resíduos nitrogenados do sistema circulatório e lançá-los para o exterior.
C) remover o excesso de água e os resíduos nitrogenados do tecido epitelial e lançá-los para o intestino.
D) remover o excesso de água e os resíduos nitrogenados do ectoderma e lançá-los para os túbulos de Malpighi.
E) remover o excesso de água e os resíduos nitrogenados do mesoderma e lançá-los para o exterior.

>> A respeito dos ácidos nucléicos (DNA e RNA) podemos afirmar que:
A) gene é um segmento de RNA capaz de produzir proteína.
B) a uracila é a base nitrogenada exclusiva do DNA.
C) a duplicação do DNA é dita semiconservativa porque cada novo DNA conserva metade do DNA antigo.
D) a pentose do DNA é a ribose.
E) durante a transcrição, os dois segmentos do DNA permanecem ativos.

>> Para que possa ocorrer a síntese de proteínas, devem ocorrer em ordem os seguintes eventos:
A) replicação, transcrição e tradução.
B) transcrição, replicação e tradução.
C) transcrição e tradução.
D) tradução, transcrição e replicação.
E) replicação e transcrição.

e mais algumas questões da prova do dia 25/5 referentes a parasitoses.

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Zeitgeist

8 Novembro · Deixe um comentário

Todo conhecimento da humanidade sobre religião e a formação de sua sociedade pode não ser como pensamos. Conforme o tempo passa, as crenças e a forma de pensar do mundo passa por mundanças. MUDAR não é ruim, é EVOLUÇÃO! Alguns intelectuais uniram forças e fizeram um dos vídeos mais polêmicos que a internet já viu, o Zeitgeist! O vídeo julga o cristianismo, revela a farsa do dia 11 de setembro (sim, tudo que você sabe sobre este dia não passa de mentira).

Zeitgeist é um termo alemão, que se traduz como espírito do tempo, também podendo se utilizar do termo em português para denominá-lo. O Zeitgeist significa, em suma, o nível de avanço intelectual e cultural do mundo, em uma época. A pronúncia alemã da palavra é tsaItgaIst (AFI).

Para aqueles que querem assistir, clique aqui.

Felipe B.

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Possíveis questões de química

8 Novembro · 2 Comentários

>> Assinale o que for incorreto:
A) Numa reação exotérmica, ocorre liberação de calor.
B) Numa reação endotérmica, a entalpia dos produtos é maior do que a dos reagentes.
C) Numa reação exotérmica, ΔH é maior que zero.
D) Numa reação exotérmica, a entalpia dos reagentes é maior que a entalpia dos produtos.
E) Entalpia é a quantidade total de energia em um sistema.

>> Sobre a reação C3H8(g) + 5O2(g) ==> 3CO2(g) + 4H2O(l), dadas as entalpias de formação da C3H8(g) (-24,90 kcal/mol), do CO2(g) (-94,05 kcal/mol) e da H2O(l) (-68,30 kcal/mol), é correto afirmar que o processo é
A) exotérmico e a energia envolvida é 187,25 kcal.
B) endotérmico e a energia envolvida é 530,45 kcal.
C) exotérmico e a energia envolvida é 580,25 kcal.
D) exotérmico e a energia envolvida é 530,45 kcal.
E) endotérmico e a energia envolvida é 580,25 kcal.

>>
Admitindo-se que a reação se complete no sentido indicado, assinale a alternativa correta.
A) Há menos energia armazenada nos produtos do que nos reagentes.
B) A quantidade de calor liberada independe do estado físico dos produtos.
C) Trata-se de uma reação endotérmica.
D) A quantidade de energia liberada independe da massa de reagentes.
E) A combustão de 228 g de C8H18 produz 352 g de CO2.

>> O composto formado a partir das substâncias cálcio e cloro deve apresentar fórmula, ligação química e estado físico respectivamente:
A) CaCo, iônica, sólido.
B) CaCl3, covalente, líquido.
C) Ca2Cl, metálica, gasoso.
D) CaCo, iônica, líquido.
E) CaCl2, iônica, sólido.

>> Um elemento M do grupo 2A forma um composto binário iônico com um elemento X do grupo 7A. Assinale, entre as opções abaixo, a fórmula mínima do respectivo composto:
A) MX
B) MX2
C) M2X
D) M2X7
E) M7X2

>> Dados os compostos covalentes, as respectivas estruturas:
I. BeH2 — linear
II. CH4 — tetraédrica
III. H20 — linear
IV. BF3 — piramidal
V. NH3 — trigonal plana
Pode-se afirmar que estão corretas:
A) Apenas I e II.
B) Apenas I, III e IV.
C) Apenas II, IV e V.
D) Apenas II, III e IV.
E) Todas.

>> O monóxido de carbono constitiu, quanto a sua estrutura, um exemplo de composto:
A) por covalência dativa, somente.
B) por covalência comum, unicamente.
C) por covalência comum e por covalência dativa.
D) por eletrocovalência e covalência.
E) por eletrovalência, somente.

>> Considere as seguintes interações:
I. CH4 – - – CH4
II. HBr – - – HBr
III. CH3OH – - – H20
As forças intermoleculares predominantes que atuam nas interações I, II e III são, respectivamente:
A) ligação de hidrogênio, dipolo temporário, dipolo permanente.
B) ligação de hidrogênio, ligação de hidrogênio, dipolo temporário.
C) dipolo induzido, dipolo permanente, ligação de hidrogênio.
D) dipolo temporário, ligação de hidrogênio, dipolo permanente.
E) dipolo permanente, ligação de hidrogênio, dipolo temporário.

>> A 1ª coluna apresenta algumas fórmulas químicas e a 2ª coluna apresenta alguns conceitos básicos que podem ser facilmente relacionados com a 1ª.

I. H2O
II. CaH2
III. NI3
IV. CO2
V. N2

A. ligação covalente porlar e molécula apolar.
B. ligação covalente apolar.
C. ligação iônica.
D. ligação covalente polar e molécula polar.
E. pontes de hidrogênio na fase líquida de sólida.

A melhor seqüência para I, II, III, IV e V é:
A) E, B, C, A, D.
B) E, C, D, A, B.
C) C, E, A, D, B.
D) A, E, C, D, B.
E) A, C, D, B, E.

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Prova de sociologia

7 Novembro · 2 Comentários

Alguns dos temas já tratados no blog:

Islamismo, em 27/9;
Indústria Cultural, em 30/10, com um adendo hoje.

بالتوفيق! *

* boa sorte!

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Prova Brasil

7 Novembro · 1 Comentário

Avalie você mesmo nosso colégio! Não tenho certeza de quem responde isto oficialmente. Provavelmente é aquela senhora simpática que aplicou a prova hoje pela manhã. Para baixar o questionário, clique aqui.

Existem ainda o questionário do diretor e o questionário do professor. E muito mais aqui.

Abaixo, uma questão sem gabarito retirada de uma das provas sobre polinômios, conteúdo das três aulas do professor Natal (a maioria dos alunos assistiu a apenas uma):

Decompondo o polinômio P(x) = 5x² + 5x – 30 em fatores do 1º grau, obtém-se
(A) 5( x – 5) ( x – 3 )
(B) 5( x – 2) ( x + 3 )
(C) 5( x + 2 ) ( x – 3 )
(D) 5( x – 2 ) ( x – 3 )
(E) 5( x + 5) ( x + 3 )

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Terra em Transe, de Glauber Rocha

7 Novembro · Deixe um comentário

terraemtranse.jpg

Filme de 1967, dirigido por Glauber Rocha. Já citado em diversas ocasiões pelo professor Zé por fazer parte do dito Cinema Novo.

Sinopse: Na fictícia República d’Eldorado, Paulo Martins é um jornalista e poeta que tenta mudar a situação de miséria e injustiça que assola o país ao planejar a ascensão ao governo da cidade de Alecrim de um canditato supostamente oposicionista chamado Filipe Vieira, o qual concorrerá posteriormente à presidência da República com o Senador Porfírio Dias, tecnocrata que apoiou a candidatura do atual Presidente, Fernandes. Entrementes, Martins busca o apoio do maior empresário do país para deter o avanço de uma multinacional estrangeira sobre o capital nacional. Inicialmente, tudo vai bem, porém problemas sociais e a corrupção arruinarão suas intenções. Tudo isso em meio a um triângulo amoroso entre Martins, a ativista Sara e a meretriz Sílvia. As semelhanças com a ditadura militar do Brasil, naturalmente, são intencionais.

Para baixar, clique aqui (só abre em Internet Explorer).

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Denúncia de Requião sobre venda da Amazônia vira mais uma gafe

7 Novembro · Deixe um comentário

Karlos Kohlbach da Gazeta do Povo

O governador Roberto Requião (PMDB) caiu numa “pegadinha” durante a Escola de Governo desta terça-feira (6/11). Requião iniciou a reunião com os secretários de governo exibindo um vídeo com uma suposta propaganda da empresa multinacional Arkhos Biotech propondo a compra de terras na Amazônia. Depois do vídeo, o governador disse à platéia que o vídeo está sendo apresentado pela “Rede Globo no México” e fez duras críticas ao “comercial”.

O que Requião não sabia é que a propaganda não é real. Trata-se de um jogo que mistura entretenimento e marketing lançado por uma marca de refrigerante, a Guaraná Antártica. Na propaganda fictícia, um locutor, mesclando imagens da floresta, afirma que a única forma de preservar a mata é privatizando-a, uma vez que ela seria patrimônio de todo o mundo, e não somente do Brasil.

Este tipo de ferramenta publicitária, chamada de “Alternate Reality Games” (args), está sendo muito usada em campanhas por grandes companhias em todo o mundo.

Se não bastasse a gafe, Requião foi além. Determinou que a Televisão Paraná Educativa entrevistasse ambientalistas para comentar o assunto. Ele ainda sugeriu que a televisão estatal veiculasse o comercial de “venda da Amazônia” juntamente com os comentários dos ecologistas.

Outras gafes
A mesma gafe foi cometida pelo senador Arthur Virgílio, do PSDB do Amazonas, há sete meses. Virgílio subiu na tribuna do Senado para “denunciar” a tentativa de “privatizar a Amazônia”. O tucano, à época, chegou a propor um convite à empresa fictícia – Arkhos Biotech – para uma reunião na Subcomissão da Amazônia no Senado.

Além desta, Requião coleciona outra gafe. Em fevereiro de 2006, o governador do Paraná esteve em Brasília para uma audiência com o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva. Após o encontro, Lula e Requião posaram para fotos. Num determinado momento, o presidente mostrou à Requião sementes de mamona. O governador então pegou e as colocou na boca. “Isso é mamona, pô”, alertou Lula. “É bom”, respondeu o governador. “Você sabe que isso tem uma toxina que não pode comer?”, retrucou o presidente. Imediatamente Requião cuspiu a mamona.

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Duas obras

7 Novembro · Deixe um comentário

Da apostila de filosofia para a prova de sociologia. Créditos ao professor Raul Zermiani.

Dialética do Esclarecimento (Theodor Adorono e Horkheimer)
Crítica da razão instrumental conceituada pelo próprio Horkheimer a partir de argumentos que partem de uma interpretação negativa do Iluminismo, de uma civilização técnica e da lógica cultural do sistema capitalista (que Adorno chama de Indústria Cultural — indústria que transforma a cultura em mercadoria produzida em série; cultura essa consumida acritamente; a cultura de massas). Também uma crítica à sociedade de mercado que não persegue outro fim que não o do progresso técnico. A atual civilização não representa mais que um domínio racional sobre a natureza, que implica paralelamente um domínio irracional do homem por ele mesmo. Segundo os autores, para contornar o caminho da razão instrumental, transformada em ideologia, seria necessário o desenvolvimento de um novo tipo de racionalidade: a razão crítica. A razão crítica, por sua vez, seria fundada a partir da orientação do raciocínio em torno da reflexão continuada e proposital de conflitos sociais e políticos.

A Obra de Arte na Era de sua Reprodutibilidade Técnica (Walter Benjamim)
Benjamim discute nessa obra (que na verdade é um artigo) as novas potencialidades artísticas — especialmente em termos políticos — decorrentes da reprodutibilidade técnica. Em épocas anteriores, a experiência da obra de arte era condicionada pela sua “aura”, isto é, pela distância e reverência que cada obra de arte, na medida em que é única, impõe ao observador. O aparecimento e desenvolvimento de novas formas de arte (começando pela fotografia) que deixam de fazer sentido a distinção entre original e cópia traduz-se no fim dessa “aura”. A arte estaria livre para novas possibilidades, tornando o seu acesso mais democrático ao mesmo tempo que está mesma arte estaria sendo banalizada.

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Blitzkrieg

7 Novembro · 1 Comentário

Para todos aqueles que adoram a segunda-guerra e suas peculiaridades, vou começar a postar algumas coisinhas sobre ela! Começando com a blitzkrieg, pilar da força alemã durante boa parte da guerra!

Blitzkrieg (termo alemão para guerra-relâmpago) foi uma doutrina militar a nível operacional que consistia em utilizar forças móveis em ataques rápidos e de surpresa, com o intuito de evitar que as forças inimigas tivessem tempo de organizar a defesa. Seus três elementos essenciais eram a o efeito surpresa, a rapidez da manobra e a brutalidade do ataque, e seus objetivos principais a desmoralização do inimigo e a desorganização de suas forças (paralisando seus centros de controle). O arquitecto desta estratégia militar foi o general Erich von Manstein.

Origens
A estratégia da guerra-relâmpago foi aperfeiçoada pelo general alemão Heinz Guderian no final de década de 1930.

O efeito desejado pela guerra-relâmpago só pode ser obtido pela utilização coordenada da infantaria, dos blindados e da aviação, que agem conjuntamente para “perfurar” as linhas inimigas em um ponto de ruptura. Todo “atrito” com as forças inimigas era evitado. Se um foco de resistência era encontrado, era imediatamente cercado, suas comunicações interrompidas (o que dificultava a tomada de decisões e a transmissão de ordens) e o resto das tropas de ataque continuava seu avanço ao interior do campo inimigo o mais rapidamente possível. O foco de resistência era destruído mais tarde, pelas forças de infantaria que seguiam o ataque surpresa.

Foi graças a essa tática ofensiva que a Wehrmacht conseguiu vencer os exércitos aliados durante a primeira parte de Segunda Guerra Mundial, principalmente quando da invasão da Polônia, da Dinamarca, da França (com os Países Baixos, Bélgica e Luxemburgo), Jugoslávia, Grécia e da União Soviética, e também graças ao seu poderio militar superior e ao despreparo das forças armadas dos países invadidos.

Quer na campanha da Polónia, quer a da França duraram pouco mais de um mês: em ambos os casos, colunas maciças de carros de combate romperam através das estáticas linhas inimigas e avançaram profundamente no coração do território dos oponentes, enquanto a força aérea alemã (Luftwaffe) destruía as linhas de comunicação, o poderio aéreo inimigo, as suas indústrias-chave e outros objectivos militares, abrindo caminho para a invasão terrestre. Os resultados foram avassaladores: a Polónia viu aniquilado o seu exército e perdeu a independência; enquanto para os Aliados, no Oeste, foi a humilhante retirada britânica de Dunquerque e a ocupação da França.

No entanto, essa táctica começou a mostrar seus limites a partir de 1942. Na realidade, a guerra-relâmpago só era aplicável com êxito em teatros de operação reduzidos e de curta duração.

Pós-Segunda Guerra Mundial
Depois da Segunda Guerra Mundial, e particularmente durante o período da Guerra Fria, os comandos militares temiam uma invasão de tipo “blitzkrieg”, quer pelo Pacto de Varsóvia quer por parte da NATO. Em tempos mais próximos, o princípio da “blitzkrieg” foi usado pelas forças aliadas sob o comando do general norte-americano Norman Schwarzkopf para alcançar uma rápida vitória sobre o Iraque de Saddam Hussein em 1991 na Guerra do Golfo, e na Invasão do Iraque de 2003 pelo general Tommy Franks.

O nome
O termo Blitzkrieg foi mencionado pelos jornais ocidentais durante a invasão da Polônia, iniciada em 1 de Setembro de 1939. Apesar de ser empregado em referência a qualquer ataque militar de surpresa, isso não é correto; blitzkrieg é um tipo diferente de manobra bélica usado somente pela Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial.

A palavra Blitzkrieg é um germanismo em diversas línguas, entre as quais o inglês, o francês e mesmo o português.

Felipe B.

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6 Novembro · Deixe um comentário

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Relembrando: MUDI

5 Novembro · 1 Comentário

Manhã dos alunos no Museu Dinâmico Interdisciplinar da UEM em companhia dos professores Digão, Márcia e Ichiba, o destaque do passeio, em 6 de setembro de 2006. Alguns vão se surpreender ao se ver um ano mais novos. As fotos podem demorar a carregar pois estão em tamanho grande. Em alguns casos pode ser mais eficaz salvá-las.

Texto recuperado da comunidade Ichiba é O CARA: Ichiba não se deixou intimidar pelos alunos, provou ali, na hora, porque essa comunidade tem esse nome. Como diria Faustão, quem sabe faz ao vivo. Despindo-se de seu sobretudo preto, elegante como sempre, até atrapalhou-se e derrubou alguns papéis dos bolsos, mas nada que ofuscasse o brilho da sua entrada triunfal. Ovações e aplausos por parte dos pupilos marcaram o momento.

Vários devem ter mais fotos, então, se alguém estiver disposto a compartilhá-las, mande um e-mail ou faça contato.

Gustavo

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Morrerão n pessoas

5 Novembro · Deixe um comentário

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Soube primeiramente com algumas pessoas da sala. O professor Jucelino, até onde sei, um notório charlatão e vergonha para a cidade de Maringá, teria divulgado que, durante o show da duplinha Victor e Leo, a se realizar no próximo feriado no Parquinho de Exposições, aconteria alguma tragédia e 500 pessoas morreriam. Talvez nem tenha dito nada, algum desocupado deve ter espalhado o boato creditando-o ao professor (professor do quê eu não sei). De qualquer maneira, deu certo. Pra quem fez isso, meus parabéns! Ouvi a mesma história de algumas meninas de um conhecido colégio estadual de uniforme amarelo, preto e branco. Só que dessa vez morreriam apenas 200 infelizes. Alguém deve se lembrar do caso da cruz inverdita da Honda Titan, que causou grande histeria no ano passado… por nada. Algumas pessoas são mesmo crédulas demais. Teve gente que pensou que a nuvem de poeira de cobriu a cidade no último dia 1º era um prenúncio do apocalipse. Tenham dó. Sejam menos ingênuos, porque desse jeito vocês serão enganados por qualquer um. Do Silbio Varros até o safado do bilhete premiado.

Gustavo

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Dica

4 Novembro · Deixe um comentário

O texto Educação familiar é responsabilidade dos pais, da Rosely Sayão, como muitos perceberam, já foi trabalhado em aula. O blog apurou e descobriu que a mesma tarefa, inclusive com as mesmas questões, foi dada no dia 6 de março. Fica a dica para quem guardou a folha e quer economizar alguns minutos do domingo.

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Qual o futuro dos empregos?

4 Novembro · Deixe um comentário

Beto Mansur

Neste início de século XXI, qual será o futuro dos empregos? Para tentarmos algumas conclusões, a Manpower desenvolveu uma pesquisa com líderes de opinião, especialistas da Área de Empregabilidade, acadêmicos e administradores públicos do Brasil.

Pelos resultados do estudo, foi constatado que, em 20 anos, a América Latina terá a segunda região de maior crescimento, superada apenas pela África.

Em torno dessa pesquisa, próximo a 2015, a América Latina terá 10 das 60 maiores cidades do mundo e, sua população rural representará próximo dos 20% desse total. Dessa forma, há previsão de um aumento proporcional da classe média urbana com educação superior, capacidade de compra, acesso à moradia.

Outra informação preciosa é de que em maio de 2008, a população mundial será de 6 bilhões e 660 milhões de habitantes. Dentro desse contexto, a população da cidade e do campo será meio a meio. Isso, sem dúvida, poderá acarretar numa pressão por empregos que nem imaginamos ainda existir e, se não houver oferta suficiente, os grupos sociais poderão fazer parte da economia informal que poderá gerar problemas estruturais que, obviamente, poderão prejudicar o crescimento, os serviços públicos e as pensões em longo prazo.

E, no meio de tudo isso, dois assuntos precisarão de atenção especial: os empregos das gerações mais velhas e a relação da região com a economia internacional.

Atualmente, sabemos que a geração que nasceu pós 1990, conhecida por Generation, tem um perfil que além de se encaixar perfeitamente às novas realidades de empregos, não há como concorrer com ela. Acima de qualquer discussão, é bem instruída, tem forte intimidade com línguas estrangeiras, é bastante tecnológica e possuem natural tendência à Gestão de Pessoas e de Marketing – o MSN e o Orkut que digam!

Porém, é preciso haver uma mudança de mentalidade dos líderes regionais em relação às políticas flexíveis de contratação de mão-de-obra, como trabalho temporário e terceirização. Penso que grande parte das pessoas do Brasil, ainda não tomou consciência da “Globalização” e isto, não permite aproveitar as oportunidades criadas no mercado internacional e nem consolidar os valores culturais regionais.

Em torno disso, temos que ter a consciência de que o mundo está muito rápido nos processos voltados à educação, com foco na dinâmica do conhecimento científico e as chamadas ’soft skills’, com isto, formando uma cultura com valores éticos e morais. Daí, perguntamos: será que a América Latina resolverá problemas de educação básica?

Outro aspecto bem significativo na realidade do Brasil é que, há uma forte tendência nas indústrias, pelo uso da tecnologia. Assim, aqueles que dominarem tal atividade, poderão ter ótimas chances de empregos nas áreas de petroquímica, farmacêutica e biotecnologia. A combinação desses três segmentos resultará em oportunidades para novos produtos e serviços de alta tecnologia. Porém, trará um impacto para o mercado de trabalho, por causa da automatização e da modernização dos processos, podendo mudar a percepção da geração de valor dos profissionais.

De uma forma geral, pelo meu ponto de vista, as empresas deverão implementar sistemas que fomentem a produtividade, com orientação para resultados, eficácia, criatividade e inovação. Possivelmente, pela dinâmica social em vigor, será necessário adotar nova dinâmica que se adapte aos interesses motivacionais das pessoas com talento. Assim, teremos horários flexíveis, estruturas horizontais, trabalho à distância e outras políticas flexíveis.

Beto Mansur é Advogado pela UEM – PR, Qualificação Empretec pela ONU/Sebrae, Diretor de Marketing da Bem Bonito Materiais Artísticos, de Londrina – PR, Colunista do site www.vendamais.com.br, da Revista da Cidade, de Arapongas – PR, Pós-graduando em Empreendedorismo pela Universidade Norte do PR; professor de Sociologia em Cursos Pré-vestibulares e palestrante de Empreendedorismo.

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História do Paraná — questões da UEM

3 Novembro · Deixe um comentário

Preparamos mais um simulado, este, com questões da prova específica de História, que será feita por 5919 candidatos dos cursos de Administração, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas, Ciências Sociais, Design, Direito, Enfermagem, Filosofia, História, Moda, Pedagogia e Psicologia no dia 4 de dezembro. Juntos, eles representam cerca de 35% do total de vestibulandos inscritos para o vestibular de dezembro de 2007. Clique aqui para baixar (botão direito e “salvar como”).

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Uma breve análise do texto Picolépolis, de Rubem Alves

3 Novembro · Deixe um comentário

por Jaime Nunes Mendes < jaimenunesmendes@yahoo.com.br>

Picolépolis, muito mais do que uma narração alegórica, é um espelho que há muito vem refletindo a realidade do ensino superior no Brasil.

Durante muito tempo, “chupar um picolé”, isto é, ter um curso superior, era prerrogativa quase que exclusiva da classe mais favorecida de nossa sociedade; um privilégio que a elite brasileira ostentava com grande orgulho. Os pobres se contentavam com os “cachorros-quenntes”, ou seja, o ensino médio, os cursos técnicos e profissionalizantes etc.

É bem verdade que sempre houve universidades públicas, as quais oferecem “picolés” gratuitamente. Todavia, são exatamente estes os picolés preferidos dos ricos. “Picolés brancos”, que podemos exemplificar como os cursos mais cobiçados, por exemplo, o curso de medicina, cabem apenas ao “paladar” dos filhos desses ricos. Mesmo os “picolés vermelhos, amarelos, verdes etc. (metaforicamente os cursos menos concorridos), ainda estes, na universidade pública, eram (e ainda é) “saboreados” principalmente pelos que tinham ou têm condições de pagar por eles, uma vez que, na disputa no vestibular, estão mais preparados, afinal sempre estudaram em boas escolas desde a infância.

Sabedores dessa demanda, muitos empresaram entraram no “mercado de picolés”, buscando assim ampliar os seus lucros. Dessa forma o ensino transformou-se em mercadoria, em negócio grandemente vantajoso, ou como escreveu Rubem Alves: “um mercado maravilhoso, inesgotável… com infinitas possibilidades”. Em cada esquina há uma “fabrica de picolés”, que os oferecem em variadas cores, ininterruptamente. São cursos para todos os gostos, no horário mais flexível e com os preços mais variados.

Contudo, não obstante o número de “fábricas de picolés” ter aumentando consideravelmente, e apesar de haver picolés em número espetacular, ainda existem milhares de pessoas sem condições de adquiri-los. E o pior, mesmo os que a custo de muito esforço e economia conseguem “comprar” tais “picolés”, após “saboreá-los”, ficam com o “palito” na mão sem saber o que fazer com ele.

São milhões de diplomas entregues diariamente, os quais na sua maior parte apenas servirão como um status que será com o tempo destruído pelas traças, ou que permanecerão numa moldura como uma espécie de “honra ao mérito”, apenas isso. Os “picolés” são tantos que o mercado já está saturado deles. Como conseqüência disso, pessoas formadas em Direito, Engenharia, Economia, Jornalismo, Letras, Pedagogia etc. vão fatalmente trabalhar em restaurantes, comércio ambulante, supermercados, padarias etc. Tais pessoas, embora estejam em posse das “chaves”, não conseguem “portas” para abri-las. Têm o diploma de curso superior, mas estão impossibilitadas de ascenderem financeiramente com eles. Não sabem o que fazer com eles. Como afirmou o autor de “Picolépolis”: “As chaves que as universidades a faculdades produzem só são boas se abrem as portas de trabalho”. Do contrário servirão apenas como meros amuletos para os sonhadores.

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Geografia do Paraná — questões da UEM

3 Novembro · 2 Comentários

Preparamos um simulado com questões da prova específica. Especialmente para os cursos de Ciências Sociais, Direito, Geografia, História e Pedagogia, que, juntos, representam 4077 candidatos ou 24,5% do total de inscritos no vestibular de dezembro. O arquivo está em PDF. Clique aqui para baixar (botão direito e “salvar como”).

Gustavo

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