Terceirão! (2007)

Promover ou diminuir o aborto?

24 Outubro · Deixe um comentário

Aproveitando o debate proposto pela professora Alethéia em sua última aula, ontem (23/10), reproduziremos aqui, em breve, trechos um texto sobre o assunto publicado hoje na Folha de S. Paulo de autoria de Antonio Marchionni, mestre em teologia pela PUC-SP e doutor em filosofia pela Unicamp. O aborto, como bem sabemos, é um tema atual e polêmico desde a época em que nossas avós eram mocinhas.

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Trilha sonora para o vestibular: “Another Brick in the Wall Part II”

24 Outubro · Deixe um comentário

Um dos maiores clássicos do rock:  “Não precisamos de nenhuma educação, não precisamos de nenhum controle de pensamento, nenhum sarcasmo sombrio na sala de aula; Ei, professor! Deixe as crianças em paz!”

Para baixar: link.

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Kekulé e benzeno, que união feliz

24 Outubro · 5 Comentários

kekule2.jpg

Friedrich August Kekulé von Stradonitz foi um químico alemão. Em 1857, ele determinou as características fundamentais do átomo de carbono nos compostos:

1. Tetracovalência constante: nos compostos orgânicos, o carbono é sempre tetracovalente, exercendo quatro ligações;
2. As quatro valências do carbono são iguais: existe um só clorometano (H3CCl), pois, qualquer que seja a valência que o carbono troque com o cloro, ou qualquer que seja a posição do cloro, obtém-se um só composto.
3. Encadeamento constante: Os átomos de carbono podem unir-se entre si formando cadeias carbônicas.
4. Ligações entre átomos de carbono: Os átomos de carbono podem se ligar por uma, duas ou até três valências.

Sim, esta é a base da química orgânica.

O benzeno foi descoberto em 1825 por Michael Faraday — o mesmo da apostila do Anglo e ídolo do prof. Mauro — no gás de iluminação usado em Londres na época. Em 1834, o químico Edilhardt Mitscherlich determinou a fórmula molecular do benzeno — C6H6.

Durante anos, os químicos se esforçaram para descobrir como os seis átomos de carbono e os seis de hidrogênio estavam ordenados dentro da molécula do benzeno, de uma forma que satisfizesse as propriedades especiais desse composto.

Foi em 1865 que os destinos do benzeno e de Kekulé cruzaram-se: em um sonho.

Depois de muito pensar, estudar e fazer proposições, Kekulé sentou-se em uma poltrona e acabou cochilando. Ao acordar, lembrou-se do estranho sonho que tivera, no qual uma cobra mordia a própria cauda. Imediatamente, associou a forma da visão com o arranjo de átomos que pesquisava, chegando à fórmula espacial do benzeno, formada por um anel hexagonal. Ele ainda desenvolveria a idéia. No ano seguinte, lançaria a hipótese da existência de um par de estruturas em equilíbrio, com a alternância de ligações duplas.

Com essa descoberta, um vasto campo para a síntese de novos produtos foi aberto. Grande parte dos remédios produzidos pela indústria farmacêutica têm como ponto de partida o benzeno. Quer final mais feliz?

Adaptado daqui e da Wikipédia. A ótima ilustração desse post foi festa especialmente para o blog é um pedido atentido pelo Hemeterio, grande artista e blogueiro de Fortaleza, Ceará. Em breve estarão aqui mais alguns dos seus trabalhos retirados de seu livro Garatujas (tenho um exemplar autografado e recomendo fortemente). Por falar nisso, ele fez uma HQ sobre a Revolta da Chibata em parceira de Olinto Neto, que será lançada pela Editora Conrad. Valeu, Heme! ;-)

Gustavo

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Ciclo do carbono

24 Outubro · 2 Comentários

O carbono é  fundamental na constituição das moléculas orgânicas, sendo utilizado primariamente pelos seres vivos. Está presente no ambiente, combinado ao oxigênio e formando as moléculas de gás carbônico (CO2) presentes na atmosfera ou dissolvidas nas águas dos mares, rios e lagos.

O carbono passa a fazer parte da biomassa através do processo da fotossíntese. Os seres fotossintetizantes incorporam o gás carbônico atmosférico, transformando-se em moléculas orgânicas. O ciclo do carbono é o seguinte:

O carbono é absorvido pelas plantas. Uma vez incorporado às moléculas orgânicas dos produtores, poderá seguir dois caminhos: ou será liberado novamente para a atmosfera na forma de CO2, como resultado da degradação das moléculas orgânicas no processo respiratório, ou será transferido na forma de moléculas orgânicas aos animais herbívoros quando estes comerem os produtores (uma parte será transferida para os decompositores que liberarão o carbono novamente para a atmosfera, degradando as moléculas orgânicas presentes na parte que lhes coube). Os animais, através da respiração, liberam à atmosfera parte do carbono assimilado, na forma de CO2. Parte do carbono contido nos herbívoros será transferida para os níveis tróficos seguintes e outra parte caberá aos decompositores e, assim, sucessivamente, até que todo o carbono fixado pela fotossíntese retorne novamente à atmosfera na forma de CO2.

(adaptado de brasilescola.com.br)

Faltou uma parte do ciclo: o material orgânico fossilizado formou o petróleo, o carvão mineral e o gás natural, que servem de combustíveis; na combustão destes, mais C02 volta à atmosfera.

A imagem, que simplifica o ciclo, foi escaneada de um folder organizado pelo professor do Anglo João A. de Camargo, o Dango:

ciclodocarbono.jpg

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