
Questões adoráveis que amamos (2)
5 Outubro · Deixe um comentário
(Unicamp-04) Os grupos sangüíneos humanos podem ser classificados em 4 tipos: A, AB, B e O, pelo sistema ABO e, de acordo com o sistema Rh, como Rh+ e Rh-.
a) Explique como o sangue de uma pessoa pode ser identificado em relação aos sistemas ABO e Rh.
b) Explique por que uma pessoa com sangue tipo O é doadora universal mas só pode receber sangue do tipo O, enquanto uma pessoa com sangue AB é receptora universal mas não pode doar para os outros tipos.
RESPOSTA ESPERADA
a) Para o sistema ABO: colocando soro anti-A em contato com uma gota do sangue a ser pesquisado e repetindo o procedimento com soro anti-B.
- Aglutinando só com anti-A: sangue tipo A.
- Aglutinando só com anti-B: sangue tipo B.
- Aglutinando com ambos: sangue tipo AB.
- Não ocorrendo aglutinação: sangue tipo O.
Para o sistema Rh é usado soro anti-Rh. Se aglutinar, o sangue é Rh+; se não aglutinar, é Rh-.
b) Porque o sangue tipo O não tem nenhum aglutinógeno, portanto, não sofrerá aglutinação em nenhuma situação. Mas contém as aglutininas A e B, que promoverão a aglutinação de hemácias contendo aglutinógeno A e/ou B. O sangue tipo AB não possui aglutininas, portanto, nunca promove aglutinação, mas como possui os dois aglutinógenos, será aglutinado quando em contato com aglutininas anti-A e/ou anti-B.
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A sociologia das organizações — tema da última aula do prof. Beto
5 Outubro · 1 Comentário
A Sociologia das Organizações é um ramo da Sociologia que trata de investigar padrões de inter-relacionamento nas organizações, ou seja, nas Empresas.
O objetivo da Sociologia das Organizações, além de investigar padrões que influenciam na implantação, na expansão e no desenvolvimento das organizações, é o de promover o claro entendimento dos fenômenos em torno das inter-relações sociais dentro da organização que será analisada.
Este interessante ramo da Sociologia foi inaugurado por Max Weber, um dos teóricos clássicos que previu a necessidade de se conceituar a Burocracia – Gestão Administrativa de Uso Constante -, a qual é especialmente marcada por um sistema hierárquico, com séria divisão de responsabilidades.
A palavra burocracia tem origem em burrus, no latim. Este termo é utilizado para apontar uma cor escura e sem vida, a qual os franceses definiram como bure, usualmente para conceituar os modelos de tecidos expostos sobre mesas e escrivaninhas de suas repartições públicas. Disso temos a derivação da palavra bureau, em primeiro lugar para conceituar as mesas cobertas por este tecido e, em segundo, para identificar todo um ambiente de negócios.
No entanto, dentro desse ambiente de negócios, podemos encontrar dois setores: o do Planejamento Estratégico e o da Execução de Regras e procedimentos padrões, como sendo semelhantes às engrenagens de uma máquina.
Atualmente, o termo burocracia também é usado num sentido pejorativo, podendo ter o significado de uma administração com planejamento e execução excessivamente desnecessários ao funcionamento do sistema, como forma de se ordenar as inter-relações sociais com a organização, favorecendo para que claros interesses sejam atingidos.
A burocracia, por Weber, é uma maneira de definir e de delegar funções dentro do processo de planejamento e execução administrativas em torno de responsabilidades e padronizações. Com isso, Weber defendia a elaboração de leis que pudessem regular a propriedade material e a intelectual, o que em nossos dias pode ser entendido como a Gestão de Negócios.
A Teoria da Burocracia construída por Max Weber, é paulatinamente às Teorias Clássicas da Sociologia e teve como ponto marcante, a necessidade de ser discutida uma abordagem geral e conexa das próprias organizações. Porém, causa prática não considerada por sociólogos como Durkheim e Marx.
Por uma vista, a Teoria Clássica, com suas ações imaginárias e de teor bem negativo frente à natureza humana, filosofava em torno de uma administração centralizadora e primordialmente responsável pela organização e uso dos recursos da empresa, padronizando as atividades e controlando-as pela idéia do convencimento, ameaças, punições e recompensas marginais.
De outra vista, a Teoria das Relações Humanas entendia o indivíduo como o maior patrimônio das inter-relações sociais dentro das organizações, sendo motivado a produzir por sua própria natureza, filosofando a favor da descentralização e da delegação, a auto-avaliação e a administração participativa. Por sério, esta é a vista sociológica, bem weberiana.
Weber, de filosofia protestante, foi o primeiro a conceituar Burocracia, não como sistema que envolve indivíduos, mas como um tipo de poder mínimo e útil para a funcionalidade eficaz das estruturas organizacionais, sejam pertencentes ao Governo ou particulares.
Portanto, a característica primordial da Burocracia, de acordo com Weber, é o da racionalidade das ações promovidas dentro das organizações. A Teoria Clássica já discutia determinada razão, mas esta se manifestava só nos conjuntos de procedimentos mecânicos coletivos e não na mecanização das atividades individuais.
Assim, podemos concluir que na burocracia, a liderança está sustentada, essencialmente, sobre regras impessoais, escritas e por uma estrutura hierarquizada. Daí, o poder é legítimo e depende exclusivamente do grau de especialidade e competência técnica de quem o detém.
Beto Mansur é Advogado pela UEM – PR,
para contato, nos envie e-mail para empreender@irapida.com.br
retirado do site do jornal Umuarama Ilustrado, 23/9/2007
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“O Bom Rapaz”, por prof. Zeca
5 Outubro · Deixe um comentário
A já clássica canção, de Wanderley Cardoso, também é sucesso em Umuarama, ainda que o “papará papá” seja cantado com menos empolgação pelos alunos:
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