Terceirão! (2007)

Entradas do Outubro 2007

São Paulo Futebol Clube é Pentacampeão Brasileiro

31 Outubro · 50 Comentários

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Felipe B.

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Ética e epistemologia: um resumo

31 Outubro · Deixe um comentário

(Epistemologia: 19 de setembro. Etica: 3 de outubro.)
Resumo baseado nas aulas acima e na apostila. Interpretação livre e não necessariamente correta.
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Não relacione ética a Ned Flanders nem a moralistas. Ética não é a mesma coisa que moral.

Ética: área da filosofia que analisa e busca orientar o comportamento humano para promover uma sociedade sempre melhor. Estuda os valores morais sociais.

Moral: termos mentais que regem o comportamento e atribuição de valores dos seres humandos. Depende de culturas e épocas.

Deontologia: códigos formais, geralmente leis escritas, que regem a conduta ética. Lembre-se dos Dez Mandamentos, do Monte Sinai, de Moisés, aliás, conteúdo da última prova de sociologia. Tudo está relacionado, não é mesmo?

Diferentes correntes filósoficas trataram da ética, sempre com base na racionalidade, liberdade e a responsabilidade, essa tripé maravilhoso que assegura que as palavras e ações de um indíviduo sejam aceitas como válidas por todos os membros da sociedade na qual está inserido. O entendimento do que é ética é mutável, como podemos notar; lá na Grécia, século V a.C., para Sócrates, ser ético era saber o que se faz. Conhecer causas e fins de suas próprias ações. No século seguinte vem Aristóteles, todo maroto, desvinculando o raciocínio mítico-religioso do pensamento racionalista. A razão seria, então, o maior valor humano; o ser humano agiria de acordo com suas virtudes, experiências adquiridas ao longo da vida. A realização dessas virtudes é a felicidade, que tem um fim em si, não interessando atingir outros objetivos por meio dela. A ética ajudaria a organizar a vida em sociedade. A vida moral, realmente humana, se dá sempre em sociedade.

A concepção moderna de ética é antropocêntrica. O homem é entendido como ser dotado de razão e vontades. Para Kant, existe o imperativo categórico — a ética, advinda da razão (lembre-se de Aristóteles), universaliza pensamentos e condutas que devem ser aceitos por todos os seres racionais com autonomia, independentes de vontades e casualidades da natureza. Ser independente, nessa concepção, é submeter-se à lei moral, à liberdade.

Ainda são citados, mas são menos importantes: Locke, tratado em post anterior; para ele, que postulou a fundamentação da ética no interesse humano, a moral é apreendida sensitivamente. Voltaire considerou que a universidade deve valer para todos. Rousseau fundamentou a moral considerando ela o próprio conjunto das leis naturais.

Habermas considerou a ética discursiva. Os seres humanos chegariam a um consenso em relação a forma de agir, ação tal disseminada pela linguagem.

Nietzsche (leia-se Níti) refuta Kant e Habermas. A razão não intervém sobre o desejo e as paixões, já que a liberdade é a plena manisfestação dos desejos e vontades.

Lembrar: na vida em sociedade, as relações são pautadas na convivência, no bem comum, para si e para o outro.

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Epistemologia: área da filosofia que estuda o conhecimento das ciências em si. Analisa de forma crítica todas as ciências e como elas se relacionam.

O conhecimento científico é suscetível a descobertas de novas ferramentas ou instrumentos que aprimoram o campo da sua observação e manipulação. Assim, surgem questionamentos acerca do próprio conhecimento. Questionamentos que, por sua vez, dão origem a novas correntes científicas:

Ceticismo: seus fundamentos vêm do século IV a.C., na Grécia. QUESTIONAMENTO — essa é a palavra. O conhecimento pode ser adquirido ou gerado a partir da formulação de questões sobre a respeito dos assuntos que se pretende entender. Ora, se a dúvida é o mecanismo do qual parte e pelo qual se chega ao conhecimento, o estado de questionamento é permanente.

Podemos falar do ceticismo filosófico, visão crítica do conhecimento. Formula visões críticas a respeito das formas de percepção e de conhecimento. Em sua forma racial, pode chegar a apontar que nenhum conhecimento é válido; e do ceticismo científico, postura prática que questiona alegações científicas. Normalmente usa o método científico.

Racionalismo: também provém da Grécia. O raciocínio é apontado como uma operação mental que faz uso da lógica. As idéias são inatas, nascem com o homem, mas só afloram com o uso da razão. Lembre-se de Descartes (leia-se Decarte, porque isso aqui não é baralho).

Empirismo: Opõe-se ao racionalismo. O importante não é verificar conceitos, mas sim produzi-los. Para isso, o principal instrumento é a experimentação. Lembre-se de Galileu, Locke (de novo), David Hume etc.

Falibilismo: Questiona a proposta dos empiristas. Não há certeza absoluta em torno de qualquer forma de conhecido que, entretanto, podem ter validade. A verdade absoluta é inatingível, por isso questiona também os paradigmas científicos. Lembre-se de Popper.

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Raciocínio dedutivo

31 Outubro · Deixe um comentário

Deus é amor.
O amor é cego.
Logo, Stevie Wonder é Deus.

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Dia das Bruxas!

31 Outubro · Deixe um comentário

Um pouquinho da história do Halloween


A palavra Halloween tem origem na Igreja católica. Vem de uma corrupção contraída do dia 1 de novembro, “Todo o Dia de Buracos” (ou “Todo o Dia de Santos”), é um dia católico de observância em honra de santos. Mas, no século V DC, na Irlanda Céltica, o verão oficialmente se concluía em 31 de outubro. O feriado era Samhain, o Ano novo céltico.
Alguns bruxos acreditam que a origem do nome vem da palavra hallowinas – nome dado às guardiãs femininas do saber oculto das terras do norte (Escandinávia).

O Halloween marca o fim oficial do verão e o início do ano-novo. Celebra também o final da terceira e última colheita do ano, o início do armazenamento de provisões para o inverno, o início do período de retorno dos rebanhos do pasto e a renovação de suas leis. Era uma festa com vários nomes: Samhain (fim de verão), Samhein, La Samon, ou ainda, Festa do Sol. Mas o que ficou mesmo foi o escocês Hallowe’en.

Uma das lendas de origem celta fala que os espíritos de todos que morreram ao longo daquele ano voltariam à procura de corpos vivos para possuir e usar pelo próximo ano. Os celtas acreditavam ser a única chance de vida após a morte. Os celtas acreditaram em todas as leis de espaço e tempo, o que permitia que o mundo dos espíritos se misturassem com o dos vivos.

Como os vivos não queriam ser possuídos, na noite do dia 31 de outubro, apagavam as tochas e fogueiras de suas casa, para que elas se tornassem frias e desagradáveis, colocavam fantasias e ruidosamente desfilavam em torno do bairro, sendo tão destrutivos quanto possível, a fim de assustar os que procuravam corpos para possuir, (Panati).

Os Romanos adotaram as práticas célticas, mas no primeiro século depois de Cristo, eles as abandonaram.

O Halloween foi levado para os Estados Unidos em 1840, por imigrantes irlandeses que fugiam da fome pela qual seu país passava e passa ser conhecido como o Dia das Bruxas.


Travessuras ou Gostosuras?(Trick-or-treat)


A brincadeira de “doces ou travessuras” é originária de um costume europeu do século IX, chamado de “souling” (almejar). No dia 2 de novembro, Dia de Todas as Almas, os cristãos iam de vila em vila pedindo “soul cakes” (bolos de alma), que eram feitos de pequenos quadrados de pão com groselha.

Para cada bolo que ganhasse, a pessoa deveria fazer uma oração por um parente morto do doador. Acreditava-se que as almas permaneciam no limbo por um certo tempo após sua morte e que as orações ajudavam-na a ir para o céu.

Abóboras e velas: Jack O’Lantern (Jack da Lanterna)

A vela na abóbora provavelmente tem sua origem no folclore irlandês. Um homem chamado Jack, um alcoólatra grosseiro, em um 31 de outubro bebeu excessivamente e o diabo veio levar sua alma. Desesperado, Jack implora por mais um copo de bebida e o diabo concede. Jack estava sem dinheiro para o último trago e pede ao Diabo que se transforme em uma moeda. O Diabo concorda. Mal vê a moeda sobre a mesa, Jack guarda-a na carteira, que tem um fecho em forma de cruz. Desesperado, o Diabo implora para sair e Jack propõe um trato: libertá-lo em troca de ficar na Terra por mais um ano inteiro. Sem opção, o Diabo concorda. Feliz com a oportunidade, Jack resolve mudar seu modo de agir e começa a tratar bem a esposa e os filhos, vai à igreja e faz até caridade. Mas a mudança não dura muito tempo, não.

No próximo ano, na noite de 31 de outubro, Jack está indo para casa quando o Diabo aparece. Jack, esperto como sempre, convence o diabo a pegar uma maçã de uma árvore. O diabo aceita e quando sobe no primeiro galho, Jack pega um canivete em seu bolso e desenha uma cruz no tronco. O diabo promete partir por mais dez anos. Sem aceitar a proposta, Jack ordena que o diabo nunca mais o aborreça. O diabo aceita e Jack o liberta da árvore.
Para seu azar, um ano mais tarde, Jack morre. Tenta entrar no céu, mas sua entrada é negada. Sem alternativa, vai para o inferno. O diabo, ainda desconfiado e se sentindo humilhado, também não permite sua entrada. Mas, com pena da alma perdida, o diabo joga uma brasa para que Jack possa iluminar seu caminho pelo limbo. Jack põe a brasa dentro de um nabo para que dure mais tempo e sai perambulando. Os nabos na Irlanda eram usados como seu “lanternas do Jack” originalmente. Mas quando os imigrantes vieram para a América, eles acharam que as abóboras eram muito mais abundantes que nabos. Então Jack O’Lantern (Jack da Lanterna). na América passa a ser uma abóbora, iluminada com uma brasa.

Sua alma penada passa a ser conhecida como Jack O’Lantern (Jack da Lanterna). Quem presta atenção vê uma luzinha fraca na noite de 31 de outubro. É Jack, procurando um lugar.
enganara Satã ao subir uma árvore. Jack então esculpiu uma imagem de uma cruz no tronco da árvore, prendendo o diabo para cima a árvore. Jack fez um acordo com o diabo, se ele nunca mais o tentasse novamente, ele o deixaria árvore abaixo.
De acordo com o conto de povo, depois de Jack morrer, ele a entrada dele foi negada no Céu, por causa de seus modos de malvado, mas ele teve acesso também negado ao Inferno, porque ele enganou o diabo. Ao invés, o diabo deu a ele uma brasa única para iluminar sua passagem para a escuridão frígida. A brasa era colocada dentro de um nabo para manter por mais tempo.
Os nabos na Irlanda eram usados como seu “lanternas do Jack” originalmente. Mas quando os imigrantes vieram para a América, eles acharam que as abóboras eram muito mais abundantes que nabos. Então o Jack O’Lantern (Jack da Lanterna), na América, era em uma abóbora, iluminada com uma brasa.


Bruxas


As bruxas têm papel importantíssimo no Halloween. Não é à toa que ela é conhecida como “Dia das Bruxas” em português. Segundo várias lendas, as bruxas se reuniam duas vezes por ano, durante a mudança das estações: no dia 30 de abril e no dia 31 de outubro. Chegando em vassouras voadoras, as bruxas participavam de uma festa chefiada pelo próprio Diabo. Elas jogavam maldições e feitiços em qualquer pessoa, transformavam-se em várias coisas e causavam todo tipo de transtorno.

Diz-se também que para encontrar uma bruxa era preciso colocar suas roupas do avesso e andar de costas durante a noite de Halloween. Então, à meia-noite, você veria uma bruxa!

A crença em bruxas chegou aos Estados Unidos com os primeiros colonizadores. Lá, elas se espalharam e misturaram-se com as histórias de bruxas contadas pelos índios norte-americanos e, mais tarde, com as crenças na magia negra trazidas pelos escravos africanos.

O gato preto é constantemente associado às bruxas. Lendas dizem que bruxas podem transformar-se em gatos. Algumas pessoas acreditavam que os gatos eram os espíritos dos mortos. Muitas superstições estão associadas aos gatos pretos. Uma das mais conhecidas é a de que se um gato preto cruzar seu caminho, você deve voltar pelo caminho de onde veio, pois se não o fizer, é azar na certa.

Halloween pelo mundo


A festa de Halloween, na verdade, equivale ao Dia de Todos os Santos e o Dia de Finados, como foi absorvido pela Igreja Católica para apagar os vínculos pagãos, origem da festa. Os países de origem hispânica comemoram o Dia dos Mortos e não o Halloween. No Oriente, a tradição é ligada às crenças populares de cada país.

Espanha
Como no Brasil, comemora-se o Dia de Todos os Santos em 1º de novembro e Finados no dia seguinte. As pessoas usam as datas para relembrar os mortos, decorando túmulos e lápides de pessoas que já faleceram.

Irlanda
A Irlanda é considerada como o país de origem do Halloween. Nas áreas rurais, as pessoas acedem fogueiras, como os celtas faziam nas origens da festa e as crianças passeiam pelas ruas dizendo o famoso “tricks or treats” (doces ou travessuras).

México
No dia 1º comemora-se o Dia dos Anjinhos, ou Dia dos Santos Inocentes, quando as crianças mortas antes do batismo são relembradas.
O Dia dos Mortos (El Dia de los Muertos), 2 de novembro, é bastante comemorado no México. As pessoas oferecem aos mortos aquilo que eles mais gostavam: pratos, bebidas, flores. Na véspera de Finados, família e amigos enfeitam os túmulos dos cemitérios e as pessoas comem, bebem e conversam, esperando a chegada dos mortos na madrugada.
Uma tradição bem popular são as caveiras doces, feitas com chocolate, marzipã e açúcar.

Tailândia
Nesse país, existe o festival Phi Ta Khon, comemorado com música e desfiles de máscaras acompanhados pela imagem de Buda. Segundo a lenda, fantasmas e espíritos andam entre os homens. A festividade acontece no primeiro dia das festas budistas.

Alguns significados simbólicos

a abóbora: simboliza a fertilidade e a sabedoria

a vela: indica os caminhos para os espíritos do outro plano astral.

o caldeirão: fazia parte da cultura – como mandaria a tradição. Dentro dele, os convidados devem atirar moedas e mensagens escritas com pedidos dirigidos aos espíritos.

a vassoura: simboliza o poder feminino que pode efetuar a limpeza da eletricidade negativa. Equivocadamente, pensa-se que ela servia para transporte das bruxas.

as moedas: devem ser recolhidas no final da festa para serem doadas aos necessitados.

os bilhetes com os pedidos, devem ser incinerados para que os pedidos sejam mais rapidamente atendidos, pois se elevarão através da fumaça.

a aranha – simboliza o destino e o fio que tecem suas teias, o meio, o suporte para seguir em frente.

o morcego – simbolizam a clarividência, pois que vêem além das formas e das aparências, sem necessidades da visão ocular. Captam os campos magnéticos pela força da própria energia e sensibilidade.

o sapo – está ligado à simbologia do poder da sabedoria feminina, símbolo lunar e atributo dos mortos e de magia feminina.

gato preto – símbolo da capacidade de meditação e recolhimento espiritual, autoconfiança, independência e liberdade. Plena harmonia com o Unirverso

Cores:

Laranja – cor da vitalidade e da energia que gera força. Os druidas acreditavam que nesta noite, passagem para o Ano Novo, espíritos de outros planos se aproximavam dos vivos para vampirizar a energia vital encontrada na cor laranja.

Preto – cor sacerdotal das vestes de muitos magos, bruxas, feiticeiras e sacerdotes em geral. Cor do mestre.

Roxo – cor da magia ritualística.

fonte: http://ilove.terra.com.br/

Felipe B.

 

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Curso noturno facilita prática

30 Outubro · Deixe um comentário

JOHANNA NUBLAT
da Folha de S.Paulo, em Brasília

Muitas vezes deixados de lado por quem presta vestibular, os cursos noturnos têm pontos positivos que devem ser levados em consideração pelos candidatos nos processos seletivos.

Na opinião de professores e de alunos ouvidos pela Folha, a opção pela noite abre espaço para colocar o aprendizado em prática durante o dia, o que torna os futuros profissionais mais competitivos no mercado.

A opção de trabalhar é muitas vezes menos pela necessidade financeira e mais pelo desejo de complementar a formação com a prática ainda durante a faculdade.

Mudar
Até quem escolhe estudar durante o dia acaba se rendendo às virtudes do período noturno, principalmente nos anos finais da graduação, quando os alunos já estão com o olhar mais voltado para o mercado de trabalho.

É assim na faculdade de química da USP (Universidade de São Paulo), segundo a professora Elfriede Bacchi, presidente da comissão de graduação da faculdade.

“Quase todos os alunos do diurno pedem para mudar o horário das disciplinas para a noite. Eles alegam que os alunos do noturno saem mais bem preparados para o campo de trabalho”, diz Bacchi.

Para a professora, é impensável não praticar os conteúdos aprendidos durante os anos do curso. “Não existe a possibilidade de um aluno sair sem experiência da faculdade. Às vezes, eles até trancam a matrícula durante um semestre para fazer estágio”, diz.

Thiago Guimarães, 22, e Flávio Borges, 20, estão entre os 4.113 alunos da UnB (Universidade de Brasília) matriculados em cursos noturnos. Os dois estão no segundo ano da faculdade de administração e preferiram estudar à noite para reservar tempo para o trabalho.

Eles dizem que também existem outros motivos, como nota de corte do vestibular um pouco mais baixa e oferta de habilitações diferentes nos dois períodos. “O pessoal da manhã fica mais tempo na UnB e dificilmente trabalha”, conta Thiago, que trabalhava no início do curso, mas acabou largando o emprego para se concentrar nos estudos. “Para mim, o trabalho prejudicou um pouco os estudos, mas tem gente que consegue levar os dois bem.”

Se o dia é reservado para a prática do que é aprendido à noite, realmente pode faltar tempo para o estudo. O jeito é aproveitar ao máximo as aulas. “Como você não tem muito tempo para estudar, acaba prestando mais atenção à aula. É o jeito que tem para pegar a matéria”, diz Flávio.

A maior participação na aula dos cursos noturnos é mais um ponto positivo apontado por quem está na outra ponta da sala de aula.

“Os professores dizem que o aluno compensa o menor tempo de estudo como a maior participação na sala de aula, que o aluno aprende a racionalizar o tempo”, conta a vice-reitora acadêmica da PUC (Pontifícia Universidade Católica) de São Paulo, Bader Sawaia.

Muitas vezes, mesmo participando mais das aulas, os alunos do noturno não conseguem participar de atividades complementares, como pesquisa.

Thiago Trajano, do quarto ano de economia na PUC-SP, diz que o cansaço atrapalha, sim, e que falta tempo para leituras mais aprofundadas.

“Além do que, meu tempo de estudo ainda compete com várias outras atividades que tenho todos os dias.”

(http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u341009.shtml)

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Questões adoráveis que amamos (4)

30 Outubro · Deixe um comentário

Essa questão, da 1ª fase da Fuvest (2006), mostrou-se muito simpática por desmembrar a Lei de Hess daquela parte chata que envolvia matemática. Aqui, o exercício termina no mesmo ponto que a química. Nada de “agora é só matemática básica” (o que, seguramente, é o que faz com que metade dos alunos errem os exercícios).

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A quem possa interessar

30 Outubro · Deixe um comentário

Imperativo afirmativo do verbo transcender, do latim transcendere, que significa passar além ou para cima do normal, do natural; exceder; atingir um alto grau de superioridade; distinguir-se; ser transcendente; segundo o priberam.pt.

transcende (tu)
transcenda (ele)
transcendamos (nós)
transcendei (vós)
transcendam (eles)

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Indústria Cultural

30 Outubro · Deixe um comentário

Um dos temas da última aula do professor Beto Mansur (25/10). É conteúdo para a próxima avaliação e, desnecessário dizer, para o vestibular. O texto a seguir é da aula de 2 de julho:

Indústria cultural
As reflexões sobre as influências da Indústria Cultural na atualidade têm permeado as discussões entre os pesquisadores que procuram compreender a mudança de valores e de práticas socioculturais entre os individuos, em grande parte promovida pela mídia. Esta mudança de valores também vem ocorrendo nas Artes.

Com relação à música, usando categorias marxistas, destaca que é a mudança se dá quanto ao valor de troca e não quanto ao de uso, ou seja, trata-se de um significado de exploração pela Indústria Cultural. Exploração esta que perpassa as “ondas” de violência física, mental e social e que repercutem nas atitudes dos que se deixam iludir pelo apelo de felicidade veiculado pelos meios de comunicação em massa.


“O cinema e o rádio não precisam mais se apresentar como arte. A verdade é que não passam de um negócio, sendo utilizado como veículos ideológicos destinados a legitimar o lixo que propositadamente produzem. Eles definem a si mesmos como indústrias e as cifras publicadas dos rendimentos de seus diretores gerais suprimem toda dúvida quanto à necessidade social de seus produtos”.

Esta “necessidade social” destacada pelo ponto de vista capitalista seria a busca de uma “identidade coletiva”, pela qual o indivíduo precisa consumir os produtos da Indústria Cultural para se sentir parte de um todo. Porém, um todo ilusório, porque esta busca do coletivo, do “sentir-se igual”, acaba por reforçar a marginalidade cultural a que está destinada à maioria da população já marginalizada economicamente.

Quando a Indústria Cultural privilegia um produto pseudo-artístico padronizado, calculado tecnicamente para surtir efeitos determinados de modo a serem por todos desejados e repetidos, na forma e na medida adequados a garantir o poder e o lucro do sistema dominante, gera uma necessidade compulsiva generalizada que afasta o “não-idêntico” como exótico, indesejado, incômodo ou doente.

Tal repetição vem camuflada com outros produtos que, não obstante a variação aparente, repete os mesmos modelos, esquemas ou características impostas, tendendo a manter o público sob controle, cada vez mais massificado, inconsciente e compulsivamente preso à corrente de produção.

Como conseqüência dessa massificação, podemos considerar que o fato de se ter acesso somente à cultura de massa acaba por não permitir ao indivíduo a aquisição do conhecimento de outros aspectos culturais que expressam a cultura do povo, seus valores e suas lutas.
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No plantão de véspera (5 de julho), esse mesmo tema foi trabalhado:

Indústria cultural é o nome genérico que se dá ao conjunto de empresas e instituições cuja principal atividade econômica é a produção de cultura, com fins lucrativos e mercantis. No sistema de produção cultural encaixam-se a TV, o rádio, jornais, revistas, entretenimento em geral; que são elaborados de forma a aumentar o consumo, modificar hábitos, educar, informar, podendo pretender ainda, em alguns casos, ter a capacidade de atingir a sociedade como um todo.

A expressão “indústria cultural” foi utilizada pela primeira vez pelos teóricos da Escola de Frankfurt Theodor Adorno e Max Horkheimer no livro Dialética do Esclarecimento (Dialektik der Aufklãrung, no original, Dialética do Iluminismo, em Portugal, e Dialectic of Enlightenment, em inglês). Nessa obra, Adorno e Horkheimer discorrem sobre a reificação da cultura por meio de processos industriais.

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E no último vestibular da UEM (8 de julho)…

De acordo com o Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, a expressão “indústria cultural” refere-se ao “complexo de produção de bens culturais, disseminados através dos meios de comunicação de massa, que impõe formas universalizantes de comportamento e consumo; comunicação de massa que funciona como sistema mercantil e industrial” (Curitiba: Ed. Positivo, 2004, p. 1098).

Levando-se em consideração essa definição bastante abrangente, pode-se concluir que
A) a “indústria cultural” antecede a sociedade moderna, já que, na Idade Média, a Igreja Católica impunha a todos uma forma universalizante de comportamento, a moral cristã, e impedia o consumo de bens espirituais que não correspondessem a seus preceitos.
B) existe uma profunda relação entre a expansão dos meios de comunicação de massa e o desenvolvimento da “indústria cultural”, o que explica a importância, já atestada nas Civilizações Antigas, da propaganda impressa utilizada pelos artistas e artesãos para divulgar seus produtos.
C) a “indústria cultural” está relacionada ao desenvolvimento da sociedade capitalista contemporânea, na qual todos os bens, inclusive os culturais, como as reproduções das obras de arte, tendem a ser transformados em mercadorias para o consumo do maior número possível de compradores.
D) os meios de comunicação de massa, sendo muito mais antigos que a sociedade capitalista, não estão completamente influenciados por ela; por isso, não podem ser considerados uma parte integrante da “indústria cultural”.
E) a “indústria cultural” surgiu na Europa Ocidental, na época da transição do sistema artesanal, característico da sociedade feudal, para o sistema manufatureiro capitalista, processo que ocorreu inicialmente no setor de comunicação de massa.

Gabarito: C

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O nome “Massa FM”, depois disso tudo, passa a soar irônico…

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Jogo dos erros!

30 Outubro · Deixe um comentário

Atenção, nós deixamos alguns erros de propósito em alguns posts. Quem encontrar deverá criar um comentário dizendo que encontrou o erro. Quem encontrar primeiro ganha!

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John Locke

30 Outubro · 8 Comentários

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John Locke (1632-1704),filósofo inglês, precursor do Iluminismo. Estudou medicina, ciências naturais e filosofia em Oxford, principalmente as obras de Bacon e Descartes. Participou da Revolução Inglesa, em 1688. Passa vários anos na França e na Holanda. Voltou à Inglaterra quando Guilherme de Orange subiu ao trono. Representante do individualismo liberal, em sua principal obra, Ensaio sobre o entendimento humano, de 1690, propõe que a experiência é a fonte do conhecimento, que depois se desenvolve por esforço da razão. Ele é considerado o representante principal do empirismo naquele país, e ideólogo do liberalismo.

John Locke (Wringtown, 29 de Agosto de 1632 – Harlow, 28 de Outubro de 1704) foi um filósofo do predecessor Iluminismo tinha como noção de governo o consentimento dos governados diante da autoridade constituída, e, o respeito ao direito natural do homem, de vida, liberdade e propriedade. Influencia, portanto,nas modernas revoluções liberais: Revolução Inglesa, Revolução Americana e na fase inicial da Revolução Francesa, oferecendo-lhes uma justificação da revolução e a forma de um novo governo. Para fins didáticos, Locke costuma ser classificado entre os “Empiristas Britânicos”, junto com David Hume e George Berkeley, principalmente por sua obra relativa à questões epistemológicas. Em ciência política, costuma ser enquadrado na escola do direito natural ou jusnaturalismo.

John Locke fugiu para Holanda, onde conheceu Fele de Barbosa, um grande capitalista que tinha muita influência sobre as indústrias de tabaco, onde testava todos os cigarros novos. Fele de Barbosa também foi um filósofo muito influente na política.

Em política, sua obra mais influente foi o tratado de duas partes, “Sobre o governo civil “. A primeira parte descreve a condição corrente do governo civil, enquanto que a segunda parte descreve sua justificação para o governo e seus ideais para as suas operações. Ele advogava que todos os homens são iguais e que a cada deverá ser permitido agir livremente desde que não prejudique nenhum outro. Com este fundamento, ele continuou, fazendo a justificação clássica da propriedade privada ao declarar que o mundo natural é a propriedade comum de todos os homens, mas que qualquer indivíduo pode apropriar-se de uma parte dele ao misturar o seu trabalho com os recursos naturais.

Este tratado também introduziu o “proviso de Locke”, no qual Locke afirmava que o direito de tomar bens da área pública é limitado pela consideração de que “ainda havia suficientes, e tão bons; e mais dos ainda não fornecidos podem servir”, por outras palavras, que o indivíduo não pode simplesmente tomar aquilo que pretende, também tem de tomar em consideração o bem comum.

Locke é considerado o protagonista do empirismo, a teoria normalmente chamada da “Tabula rasa” (ardósia em branco). Esta teoria afirma que todas as pessoas começam por não saber absolutamente nada e que aprendem pela experiência, pela tentativa e erro. Esta é considerada a fundação do “behaviorismo”.

Para Bernard Cottret, biógrafo de João Calvino, a braços com a história trágica da brutal repressão aos protestantes em França no século XVI, e a própria intolerância e zelo religioso radical de João Calvino em Genebra, o nome de John Locke está intimamente associado à tolerância. Uma tolerância que os franceses aprendem a valorizar apenas na década de 80 do século XVII, quase às portas do Iluminismo. Como Voltaire afirmou, a tolerância é para os franceses um artigo de importação. Bernard Cottret afirma: “a tolerância é o produto de um espaço geográfico específico, nomeadamente o noroeste da Europa. Ou seja: a Inglaterra e a Holanda. E ela é no final em especial a obra de um homem – John Locke – a quem o século XVII dedica um culto permanente”.

Obras: As suas obras filosóficas mais notáveis são: o Tratado do Governo Civil (1689); o Ensaio sobre o Intelecto Humano (1690); os Pensamentos sobre a Educação (1693). As fontes principais do pensamento de Locke são: o nominalismo escolástico, cujo centro famoso era Oxford; o empirismo inglês da época; o racionalismo cartesiano e a filosofia de Malebranche.

Magistrado Civil

É dever do magistrado civil, determinando imparcialmente leis uniformes, preservar a assegurar para o povo em geral e para cada súdito em particular a posse justa dessas coisas que pertencem a esta vida. Se alguém pretende violar tais leis, opondo-se á justiça e ao direito, tal pretensão deve ser reprimida pelo medo do castigo, que consiste na privação ou diminuição dos bens civis que de outro modo podia e devia usufruir. Mas vendo que ninguém se permite voluntariamente ser despojado de qualquer parte de seus bens, muito menos a sua liberdade ou de sua vida, o magistrado reveste-se de força, ou seja, com toda a força de seus súditos, a fim de punir os que infringiram quaisquer direitos de outros homens.

Mas que toda jurisdição do magistrado diz respeito somente a esses bens civis, que todo o direito e o domínio do poder civil se limita unicamente a fiscalizar e melhorar esses bens civis, e que não deve e não pode ser de modo alguns estendido à salvação das almas, será provado pelas seguintes considerações.

Jardim do Éden

Ali colocou o homem que formara. Então o Senhor fez nascer do solo todo tipo de árvores agradáveis aos olhos e boas para alimento. E no meio do jardim estavam a árvore da vida e a árvore de conhecimento do bem e do mal.

A Lei que devia governar Adão era a mesma que tinha de governa-lhe toda a posteridade: a lei da razão. Tal se aplica a todas as leis sob as quais um homem vive, sejam naturais ou civis. Está um homem sob a lei da natureza? O que o liberta dessa lei? A própria liberdade.

Mas se, em virtude de defeitos que podem ocorrer no curso ordinário da natureza, uma pessoa qualquer não atinge o grau da razão. O que importa simplesmente no dever que Deus e a natureza impuseram ao homem é preservar a honra e a dignidade.

Defesa da escravidão

Locke é considerado “o último grande filósofo que procura justificar a escravidão absoluta e perpétua”. Ao mesmo tempo que dizia que todos os homens são iguais, Locke defendia a escravidão negra, pois, aparentemente, ele só considerava como humanos os homens livres. Locke contribuiu para a formalização jurídica da escravidão na Província da Carolina, cuja norma constitucional dizia:

[...] todo homem livre da Carolina deve ter absoluto poder e autoridade sobre os seus escravos negros seja qual for sua opinião e religião.

Ele também investiu no tráfico de escravos negros

fonte: Wikipédia

Felipe B.

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Montezuma e Tupac Amaru

29 Outubro · 3 Comentários

Moctezuma II (também chamado Motecuhzoma Xocoyotzin) (1466-1520) foi um governante asteca. Seu governo iniciou por volta de 1502 e findou em 1520. Nota: a grafia Montezuma é a mais difundida. Diversas cidades norte-americanas, e uma no Brasil, têm este nome em homenagem ao Imperador Asteca – além de ter sido um nome adotado por muitos. Montezum é o nome da montanha-russa do Hopi Hari. Moctezuma significa “ele, que se torna governante por sua cólera”.

Diz uma lenda que surgiram oito sinais, nos dez anos anteriores à chegada dos conquistadores espanhóis, indicando que o império asteca entraria em colapso:

  1. um cometa apareceu no céu durante o dia.
  2. uma coluna de fogo (possivelmente o cometa) apareceu no céu noturno.
  3. o templo de Huitzilopochtli foi destruído pelo fogo.
  4. um raio atingiu o templo de Tzonmolco.
  5. Tenochtitlán sofreu uma inundação.
  6. estranhas pessoas com várias cabeças porém um só corpo foram vistas caminhando naquela cidade.
  7. uma mulher foi vista pranteando lamúrias pelos astecas.
  8. um estranho pássaro foi capturado. Quando Moctezuma fitou seus olhos, que funcionavam como espelhos, ele viu estranhos homens aportando à costa.

Na primavera de 1519, ele recebeu as primeiras notícias de estranhos chegando à costa de seu império. Moctezuma enviou um embaixador com duas roupas, uma do deus Tlaloc, e outra do deus Quetzalcoatl. Cada um destes deuses astecas tinha seus atributos: Tlaloc tinha uma máscara que fazia parecer que usasse óculos; já Quezalcoatl tinha uma máscara com uma barba. O embaixador asteca, ao ver o espanhol Hernán Cortés, achou que o conquistador tinha os atributos de Quezalcoatl, e vestiu-o como o deus. Em seguida, informou Moctezuma a respeito. Cortés decidiu marchar até Tenochtitlán. Moctezuma tentou evitar sua aproximação mandando mais presentes, porém a miragem do ouro era irresistível para os espanhóis. Moctezuma também enviou mágicos, sacerdotes, e mesmo um de seus embaixadores, Tzihuacpopoca, que fingiu ser o imperador. Moctezuma enviou ainda mais presentes quando Cortés se aproximou de Tenochtitlán. O contador do reino asteca registrou:

- Eles deram aos espanhóis peças de ouro, penugens da ave quetzal e gargantilhas de ouro. E quando lhes deram isso, suas faces eram de sorrisos, eles (os espanhóis) estavam maravilhados(…).

A 8 de novembro de 1519, Moctezuma encontrou Hernán Cortés, a quem acreditava ser o deus Quetzalcoatl. Quando Cortés chegou em Tenochtitlán, Moctezuma presenteou-o com flores de seu próprio jardim, que era a mais alta honraria que poderia oferecer. Cortés ordenou-lhe que suspendesse todos os sacrifícios humanos: Moctezuma concordou, o sangue do templo foi lavado, e as imagens de deuses astecas foram substituídas por ícones do cristianismo. Moctezuma até mesmo concordou em ser batizado e declarou-se um súdito do rei Carlos I da Espanha. Moctezuma recebeu Cortez no palácio de Axayacatl com todos os seus homens e 3000 indígenas aliados.

Relata-se que, depois de submeter-se aos espanhóis, Montezuma estudava cuidadosamente a religião cristã, possivelmente com o fim de incluir sua figura maior, o Cristo, no panteão de deuses que adorava.

Ao ser informado sobre a cerimônia da eucaristia explodiu indignado diante de Cortês :

Mas quem és tu, vil criatura humana como eu, que te permites comer a carne de deus e beber o seu sangue ?!

Pode-se compreender a indignação do imperador já que, ao contrário dos cristãos, os astecas ofereciam o seu sangue e o seu coração aos seus deuses, tomando Cortês como um monstro que se permitia devorar seu deus.

Embora houvesse muita boa vontade por parte de Montezuma em aceitar a religião que se lhe impunha, havia enorme dificuldade de compreendê-la, pois, como homem muito religioso, desejava sinceramente convencer-se. Em outra ocasião, conta-se, teria verbalizado a seguinte confusão :

Se os homens de sua tribo sacrificaram Cristo para o seu deus, por que adoram a ele, vítima sacrificial, e não ao próprio deus ?

Cortés o fez refém e forçou-o a negociar com seu povo. Devido à sua proposta de instituir o pagamento de tributos à Espanha, foi deposto em 1521 e atacado pelos espanhóis. Foi ferido, morrendo três dias depois. O império asteca sucumbiria totalmente ao controle espanhol em breve.

__________

Tupac Amaru I (morto em 24 de setembro de 1572) foi o último líder indígena do povo inca da época da conquista espanhola.

Filho de Manco Inca Yupanqui (também conhecido como Manco Capac II), foi feito sacerdote e guardião do corpo de seu pai. Depois de seu meio irmão, o Inca Titu Cusi, morrer em 1570, Tupac Amaru assumiu o título de supa inca, na época em que o Império Inca já havia perdido a capital Cuzco e resumia-se apenas à região de Vilcabamba, dezenas de quilômetros ao norte de Cuzco.

Durante um ataque dos espanhóis a Vilcabamba, Tupac Amaru fugiu em direção à Amazônia, sendo capturado e depois assassinado pelo vice-rei espanhol.

Seu nome e sua história inspiraram o movimento revolucionário Tupamaro.

fonte: Wikipédia (mãe dos burros)

Felipe B.

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No fundo do copo

29 Outubro · Deixe um comentário

(Retirado do Folhateen de hoje, caderno adolescente da Folha de S. Paulo. Texto de Leticia de Castro)

O consumo abusivo do álcool provoca graves problemas de saúde. A quantidade para uma pessoa se prejudicar varia de acordo com cada organismo. Veja o que o álcool pode fazer com você:

Cérebro
Na adolescência, o uso abusivo pode causar a destruição de neurônios e impedir a realização de sinapses, fundamentais a processos como o de aprendizagem. É nessa fase que o cérebro tem mais condições fisiológicas de armazenar e de processar informações. O álcool causa alteração da memória e perda de reflexos, o que pode contribuir para acidentes de trânsito. Bêbado, o adolescente fica mais vulnerável a relações sexuais sem proteção e se expõe a DSTs. O álcool pode aumentar a pressão arterial e provocar derrame cerebral.

Esôfago
O álcool danifica as células do esôfago, causando uma inflamação chamada esofagite. Pode causar sensação de queimação e dores quando um alimento for engolido. Em casos graves, provoca hemorragia e vômitos de sangue.

Coração
O álcool provoca um alargamento das fibras do coração, resultando em uma doença cardíaca que pode provocar até a insuficiência do órgão.

Estômago
O álcool contribui para o desenvolvimento da gastrite, uma inflamação da camada interna do estômago. Quando é muito grave, pode causar úlcera, ferida na parede dos estômago de provoca dores fortes. Essas alterações, somadas a deficiências no pâncreas, impedem o órgão de absorver corretamente nutrientes (síndrome da má absorção), o que pode resultar em anemia. Além disso, mais de 80% dos cânceres de boca, laringe, faringe e estômago estão relacionados ao álcool.

Fígado
É o único órgão que metaboliza o álcool no organismo. Quando a pessoa bebe demais, ele é sobrecarregado e suas células ficam inflamadas, provocando a hepatite. A cirrose, conseqüência mais grave da hepatite, que pode ocorrer após dez anos de uso abusivo, provoca a degeneração do órgão. As células são destruídas e viram cicatrizes. Um fígado cirrótico perde a capacidade de metabolizar nutrientes e impede a passagem de sangue e de água pelo órgão, provocando, num estágio grave, a ascite, ou “barriga d’água”.

Pâncreas
O pâncreas é responsável pela produção de insulina e de enzimas digestivas. Em excesso, o álcool provoca a inflamação desse órgão, a chamada pancreatite, que pode resultar na destruição das células que produzem insulina (levando a uma diabetes) e das que produzem as enzimas digestivas (levando a uma síndrome da má absorção). Provoca dor abdominal e vômitos.

Intestino
Assim como o estômago, o intestino pode desenvolver uma úlcera por conta da inflamação das células ou ainda um câncer, além da síndrome da má absorção.

Aparelho reprodutor
O uso crônico provoca alteração nos vasos sangüíneos de todo o corpo. Nos homens, ele pode ter ação nos vasos do pênis, provocando a impotência. Além disso, pode inibir a produção de hormônios que ajudam a produzir os espermatozóides, causando infertilidade. Mulheres que bebem durante a gravidez podem gerar bebês com síndrome fetal alcoólica, uma alteração genética que provoca deformações físicas e retardo mental.

Músculos
O álcool interfere na absorção de vitaminas do complexo B, importantes na transmissão nervosa entre o nervo e a placa motora. Isso provoca uma atrofia muscular, a chamada polineurite alcoólica. Com isso, os músculos ficam enfraquecidos, mais finos, e o usuário crônico passa a ter dificuldades de andar.

Ossos
O álcool enfraquece os ossos, provocando a osteoporose.

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Web Revisão Anglo

29 Outubro · Deixe um comentário

Prezado aluno.

Na reta final da preparação para a maratona dos vestibulares, preparamos para você que participou do simulado aberto, a web revisão, uma super revisão à distância, sem sair de sua casa. É um grande benefício para você que participou do simulado aberto.

E lembre-se, quem vai concorrer às vagas oferecidas nos principais vestibulares do país sabe que um pequeno detalhe pode contribuir para a conquista da vaga.

A web revisão começa hoje, dia 29 de outubro. Para ter acesso a ela, você deve acessar o site www.simuladoaberto.com.br e entrar na área restrita.

É isso aí, estaremos juntos na maior sala de aula da Internet que reunirá as feras que irão disputar as melhores vagas das melhores universidades do país.

Bom proveito e sucesso no vestibular. Estamos torcendo por vocês.
Edson Scabora, diretor.

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Aquela questão “do Odacir”

29 Outubro · Deixe um comentário

Adiantamos que provavelmente os alunos ganharão mais 0,25 na nota do bimestre (ou 0,5 na avaliação) em biologia. Conferimos com o Roger a folha escrita à mão pelo professor Odacir, bem na questão sobre “o composto orgânico capaz de agir como biocatalizador de uma reação química, diminuindo a necessidade energética para sua ocorrência”, a enzima (a verdadeira resposta, que foi confundida com entina.) Admitimos que aquele Z e o M realmente se pareciam com um T e um N, o que explica essa pequena confusão no processo de elaboração da prova.

Para quem não sabe, a entina é uma flor e foi tema daquela canção do Tiririca, Flor entina.

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“Não coloco meus filhos na escola”

29 Outubro · Deixe um comentário

Juliana Daibert

Ex-frade dominicano, pedagogo, filósofo, professor da Universidade Estadual de Maringá (UEM), mestre e doutor em Educação, o carioca Luiz Carlos Faria da Silva, 51 anos, está disposto a entrar na Justiça para ter o direito de educar os filhos em casa, de 10 e 8 anos. Convencido de que a degeneração “absoluta, completa e irrestrita da família” e a reforma educacional fundamentada nas correntes pedagógicas construtivistas de Jean Piaget e Vigostki, que passaram a orientar o sistema educacional brasileiro a partir da década de 80, são as principais responsáveis pela queda no desempenho escolar e cognitivo dos alunos, Silva quer educar os filhos longe da escola, pelo menos até a sétima série do ensino fundamental. Eles já não freqüentam a escola desde o início do segundo semestre deste ano.

Na tarde de quinta-feira, em seu apartamento próximo à UEM, acompanhado pela esposa, também pedagoga, enquanto os filhos brincavam no quarto com uma amiguinha, Silva expôs com detalhes as razões que fundamentam sua decisão na seguinte entrevista, demonstrando calma e tranqüilidade se tiver de enfrentar a Justiça. “Qual juiz vai ter a coragem de dizer que eu não posso educar meus filhos em casa se eu apresentar todos os argumentos?”

Falar em respeito com uma criança hoje é a mesma coisa que falar em chinês com um alemão que nunca ouviu uma palavra em chinês. Elas não compreendem.

Eu pago para a escola ensinar e tenho que corrigir em casa o que a escola faz errado. E não adianta mudar. A mudança só seleciona o grupo social com qual seu filho vai se relacionar.

O Diário – Por que você decidiu educcar seus filhos em casa?
Luiz Carlos Faria da Silva – Estou na educação há muito tempo e uma coisa que chama a minha atenção é a queda no desempenho escolar e cognitivo dos alunos, sobretudo do universitário. É assustador. Se você entra hoje em qualquer faculdade e faz perguntas sobre a história do Brasil, sobre os acontecimentos políticos da história do Brasil, literatura, ciências, política ou economia, ninguém sabe nada.

O que ocorreu?
Parece que é óbvio. Deve-se estudar menos e deve-se aprender menos.

Tem a ver com a qualidade com o que se investe na formação de professores, na condição que se dá para o ensino?
Nenhuma dessas hipótestes. Eu vejo que estamos colhendo o resultado de 25 anos de reforma educacional implantada pós-redemocratização do País. Parecia que o remédio para todas as áreas, educação e saúde principalmente, era a democratização. No início dos anos 80, políticos de esquerda ou em aliança com a esquerda foram eleitos governadores de Estados importantes, como Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Paraná. Ocorreu que as áreas sociais do governo ficaram, senão sob o controle, sob a hegemonia do pensamento de esquerda. Dali para cá, uma certa concepção de educação se espalhou e se aprofundou no Brasil. No meu entender, nós estamos colhendo os frutos dessa reforma educacional.

E o quê na sua opinião foi equivocado?
Na minha opinião, não. Os fatos mostram que, além de equivocada, é errada mesmo. É claro que a maioria dos meus pares não compartilha com esse diagnóstico que faço, porque eles ainda, de alguma maneira, continuam olhando o processo educacional a partir das mesmas referências ou próximas àquelas usadas para pensar a educação naquela época.

Podemos comparar a educação antes de 1980 e depois?
Não sou daqueles que diz a educação era muito melhor, hoje é pior. Não sei se é muito pior, não, ela é diferente. Agora, ela produz menos resultados. No que ela piorou foi porque, a partir dos anos 80, começamos a contar com um instrumento de disseminação de idéias nefastas muito mais forte do que antes. E essas idéias já estavam presentes desde o início do século 20.

E quais são essas idéias?
As pessoas esquecem que a escola trabalha com determinada matéria-prima. Se o aluno chega completamente desestruturado, com maus hábitos, o trabalho que a escola pode fazer é A. Se o aluno chega com referência, contido, com uma certa percepção do que pode fazer, o trabalho da escola é B. Há 40 anos, a matéria-prima era outra. Houve uma degeneração absoluta, extensiva e completa da família. Hoje em dia, os pais têm medo e vergonha de mandarem nos filhos. Por outro lado, os filhos não olham mais para os pais como alguém a quem eles devessem alguma satisfação.

E respeito.
Falar em respeito com uma criança hoje é a mesma coisa que tentar falar em chinês com um alemão que nunca ouviu uma palavra em chinês. Eles não compreendem. Entendem as palavras, mas não a representação de mundo. E aí, tem duas coisas: esse processo acelerado de destruição da base do comportamento social, que está na relação cotidiana com os progenitores, e o tipo de interferência que algumas idéias tiveram na organização educacional brasileira. Sobretudo a concepção construtivista do aprendizado, que pode ter uma versão baseada na psicologia genética do Jean Piaget ou baseada no sócio-interacionismo do Vigotski.

Esses autores são muito utilizados.
Eles não são muito utilizados. Eles são absoluta e completamente hegemônicos no Brasil. Existe uma ditadura, um pensamento único pedagógico no País. A Constituição Federal diz que um dos princípios da educação brasileira é a pluralidade de concepções pedagógicas. Isso não existe. Eu desafio você a colocar seu filho em uma escola que não seja construtivista.

O que o construtivismo prega?
Não se sabe. Ninguém sabe. Faça essa pergunta a dez educadores construtivistas. Cada um vai dar uma resposta diferente. É difícil lidar com uma corrente pedagógica que ninguém sabe o que é.

E por que ela vingou tanto?
Porque ela é simpática, é de acordo com o espírito do tempo. E este é o espírito da emancipação. Da mulher, da criança, no trabalho. Como se fosse possível ser emancipado sempre, todo o tempo e em todas as circunstâncias. A vida não é assim. Eu também professei essas idéias, mas passei a desconfiar que essa teoria não funcionava. Tivemos filhos e combinamos de não colocar as crianças na escola antes dos sete anos.

Eles chegaram a ir para a escola?
Sim, aos sete tiveram que ir. E foram sabendo ler, escrever e contar. Passaram um ano na escola e aí começou o problema. Eu pago para a escola ensinar e tenho de corrigir em casa o que a escola faz errado. E não adianta mudar de escola. A mudança só seleciona o grupo social com o qual seu filho vai se relacionar ou a faixa de gasto que você vai ter. A qualidade do ensino não muda.

E como está a qualidade?
O sistema de avaliação da educação básica diz que uma criança que passa quatro anos na escola tem que ter pelo menos 250 pontos na quarta série. Sabe qual é a média das escolas privadas no Paraná? 220. Os pais não sabem disso. A média das escolas estaduais é 30 pontos abaixo, das escolas municipais, 60 pontos abaixo. Mas isso não significa que a escola privada seja boa. Quer dizer, do ponto de vista instrucional, que a escola deixa a desejar. E do ponto de vista educacional, a escola quer fazer a cabeça do meu filho contra as minhas concepções morais.

De que forma?
Vem a professora — que não tem culpa, porque aprende isso na universidade — e conta a fábula da cigarra e da formiga. Ora, a fábula foi montada para dar uma lição. Aí a professora manda fazer uma releitura — olha aí o emancipacionismo –, e a criança vem para casa dizendo que ser cigarra também é legal. E a criança começa a ser discriminada tacitamente, porque tem família, porque respeita o professor, porque não faz bagunça, porque tira boa nota. Porque hoje o padrão é o vagabundo. Então, está tudo invertido.

Por isso você os tirou da escola?
Tirei porque o estado brasileiro me informa oficialmente, por intermédio do sistema de avaliação da educação básica, que a probabilidade do meu filho chegar à 4º série com desempenho inferior ao mínimo desejado ou necessário é muito alta, independentemente dele estudar em ma escola da rede municipal, estadual ou privada.

Eles ficaram quanto tempo?
O menino ficou dois anos, a menina um ano e meio. Tirei porque não dava mais. Não quero que a escola eduque meus filhos. Quero que a escola instrua. Quando os tirei, o poder público veio em cima de mim, pressionando para colocá-los de volta. Minha esposa relutou um pouco, mas acabamos colocando em uma escola pública. Já que a gente teria de ensinar em casa, ia pagar para quê? Eles ficaram dez dias na escola.

Como está a situação?
Pedi à escola que eles só fossem fazer as provas. A escola consultou o Núcleo e a resposta foi negativa. Recorri da decisão à Secretaria Estadual de Educação, que também disse não. Estamos recorrendo novamente e estou disposto a ir à Justiça para garantir o direito que eu e minha esposa temos, como pai e mãe, de educar os nossos filhos como nós queremos. Em alguns países isso é comum.

E se você perder o recurso?
Não vou colocá-los na escola. Qual é o juiz que vai ter a coragem de dizer que não posso educar meus filhos em casa se eu apresentar todos os argumentos?

(http://www.odiariomaringa.com.br/noticia/162739)

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Picasso, 126 anos

28 Outubro · Deixe um comentário

Em sua última aula, na quinta-feira (25/10), o professor Fabiano citou o mestre Pablo Picasso. Coincidentemente, era seu aniversário. Picasso nasceu em Málaga, na costa sul da Espanha, em 25 de Outubro de 1881. Seu nome completo — Pablo Diego José Francisco de Paula Juan Nepomuceno Maria de los Remedios Cipriano de la Santissima Trinidad Ruiz y Picasso — é presença obrigatória em publicações de curiosidades, ao lado de D. Pedro II¹.

Em sua vasta obra, destaca-se Guernica, de 1937, que mede 3,5m x 7,8 m e representa o bombardeio sofrido pela cidade espanhola homônima por aviões alemães, no mesmo ano.

Picasso morreu em 8 de Abril de 1973. O ator Dustin Hoffman sugeriu ao ex-beatle Paul McCartney fazer uma canção sobre as últimas palavras do pintor, “Bebam por mim”. A música chama-se Picasso’s Last Words (Drink to Me), mesmo. “Drink to me. Drink to my health. You know I can drink anymore.” Bebam por mim. Bebam pela minha saúde. Vocês sabem que eu não posso mais beber. Uma rodada em memória do grande pintor no bar do Ferenc?

¹ – O nome completo de D. Pedro II era Pedro de Alcântara João Carlos Leopoldo Salvador Bibiano Francisco Xavier de Paula Leocádio Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de Bragança e Habsburgo. D. Pedro II foi citado no mesmo dia, durante a aula do professor Ichiba, por estar relacionado à invenção do telefone. Trecho da Wikipedia: Pedro II esteve na exposição de Filadélfia, Estados Unidos, em 1876, ocasião em que Alexander Graham Bell demonstrou a sua nova invenção: o telefone. Provavelmente, Pedro II foi o primeiro brasileiro a usar um telefone. Na ocasião, ele citou o clássico de William Shakespeare em Hamlet: “Ser ou não ser”, para em seguida exclamar: “Esta coisa fala!”. Consta que teve relevante participação na divulgação e no posterior financiamento do invento.

O ano de 1881 também é lembrado pelo nascimento de Lima Barreto, em 13/5, e pela publicação de Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, e O Mulato, de Aluísio Azevendo, respectivamente os marcos inaugurais do Realismo e do Naturalismo no Brasil.

>> Guernica em quebra-cabeça.

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UEM está entre as melhores universidades do País

28 Outubro · Deixe um comentário

A Universidade Estadual de Maringá é um dos destaques na décima sétima edição do Guia do Estudante — Melhores Universidades, publicado pela Editora Abril. No total, 28 cursos da UEM estão no ranking do Guia.

A Instituição recebeu chancela de excelência em dois cursos, avaliados com cinco estreladas, a pontuação máxima. Os cursos são Odontologia e Zootecnia. Com quatro estrelas foram contemplados 15 cursos: Agronomia, Ciência da Computação, Ciências Biológicas, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas, Enfermagem, Farmácia, Física, Geografia, História, Letras, Pedagogia (Cianorte), Química, Secretario Executivo Trilingüe e Informática. E, por último, onze, cursos receberam três estrelas: Administração, Ciências Sociais, Direito, Educação Física, Engenharia de Alimentos, Engenharia Química, Estatística, Matemática, Música, Pedagogia (Maringá) e Psicologia.

Nesta edição foram avaliados 8.223 cursos, dos quais 2.873 receberam cinco, quatro ou três estrelas, representando, segundo a publicação, “o que há de melhor no ensino superior do Brasil”. Os cursos “estrelados” são ofertados por 44 instituições das 1.150 consideradas na pesquisa.

(Paraná VIP)

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Dicas para a reta final

28 Outubro · Deixe um comentário

(clique na imagem para ampliar)

retirado do G1.

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3D

27 Outubro · Deixe um comentário

3d.jpg

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Picolépolis, de Rubem Alves

27 Outubro · Deixe um comentário

A criação de faculdades se tornou, então, um dos negócios mais seguros do momento. Somente isso explica a proliferação de faculdades novas e os sucessivos vestibulares (…). Fundar Universidade e faculdades é um opção econômica esperta e garantida.” — Rubem Alves.

Informamos ainda que em 2008 estaremos iniciando as atividades das faculdades América do Sul, que funcionará no período noturno, com três cursos superiores: gestão de processos gerencias, gestão financeira e marketing.” — O Diretor.
__________
Na parte narrativa do texto, lê-se “picolé” 29 vezes.
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Rubem Alves tinha 66 anos na data de publicação do texto, em 25/6/2000. Está com 74. Ele fala em trocar o vestibular por um sorteio (isso já foi comentado em uma das aulas do professor Marcelo Guerreiro) e mudar o método de ensino nas escolas.
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Qual a diferença entre Universidade e faculdade? Essa pergunta surgiu durante a leitura. Achamos a resposta no site da Anhanguera: “Ambas são instituições de Ensino Superior, o que difere uma da outra é que a Universidade é relaciona-se ao ensino, pesquisa e extensão, enquanto a Faculdade cabe fazer ensino e extensão e só faz pesquisa se quiser. Quanto à certificação não há diferença, ambas emitem diplomas para os seus cursos de graduação, e enquanto as Universidades podem registrar seus próprios diplomas, as Faculdades precisam registrá-los junto a uma Universidade de sua região.” Ao contrário do que muitos pensam, que faculdade refere-se a um curso ou área do conhecimento e que universidade é tão-somente um conjunto de faculdades. Talvez alguém possa explicar melhor nos comentários.
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Propomos duas questões:

>> Qual curso seria o picolé branco? E quais seriam os amarelos, os vermelhos e os verdes? Baseie sua resposta em seus conhecimentos sobre o disco de Newton e a escala policromática.
>> O que o autor pretendeu com o trecho “Produzem prazer imediato. Eles são para ser chupados e gozados”?

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